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Professor Honoris Causa é um título honorífico concedido por uma instituição de ensino superior a professor, intelectual, pessoa pública ou cientista ilustre, não pertencente àquela instituição, mas que tenha prestado relevantes serviços à mesma,ao ramo do conhecimento ou da atividade humana em que atua. Conheça as personalidades que receberam essa homenagem do Cesusc.

 

Tarso Fernando Herz Genro nasceu em São Borja (RS), em 06 de março de 1947. É bacharel em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Santa Maria (RS) e especializou-se em Direito Trabalhista. Em 1968, iniciou suas atividades de representação partidária, sendo eleito vereador de Santa Maria, pelo único partido oposicionista existente à época: o MDB (Movimento Democrático Brasileiro). Foi advogado de sindicatos e associações profissionais e tem vários livros editados na área de Direito, Política e Literatura, além de trabalhos publicados na França, Espanha, Turquia, Estados Unidos, Uruguai, México, Peru, Portugal e Itália.

Colaborou como crítico literário no “Caderno de Sábado” do jornal porto-alegrense Correio do Povo, a partir de 1972, por quinze anos. Em 1988, foi eleito vice-prefeito de Porto Alegre pela Frente Popular, ocupando também o cargo de secretário de Governo. No final de 1989 até 1990, foi deputado federal. Em 1990, concorreu ao governo do Estado pela Frente Popular. Retornou posteriormente à vice-prefeitura até 1º de junho de 1992. Exerceu o cargo de prefeito de Porto Alegre em 1993 e em 2001.

Proferiu palestras e conferências em várias instituições nacionais e internacionais, entre elas o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), Banco Mundial, universidades públicas e privadas, como a “Ecole de Hautes Etudes en Sciences Sociales”, em Paris, discorrendo  sobre o tema “Globalização, exclusão social e reforma do Estado: os desafios brasileiros” (1997 e 1999); a Universidade de Coimbra, sobre o tema “O desafio da globalização à teoria democrática” (1997). Atuou também como professor convidado na Universidade de Andaluzia, Espanha (1998).

É membro do Instituto dos Advogados Brasileiros. Recebeu a Medalha do Mérito da Administração, da Fundação Getúlio Vargas (2002). Colaborador, com textos políticos e de teoria política, nos principais jornais do país, foi convidado para participar do Ministério do governo de Luis Inácio Lula da Silva e exerceu a função de titular da Secretaria Especial do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (2003). Foi Ministro da Educação entre 2004 e 2005 e Ministro Chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República em 2006. Foi presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (2005). Recebeu a Medalha João Ribeiro, da Academia Brasileira de Letras (2005). Atualmente, é Ministro da Justiça (2007).

Algumas de suas publicações:

Introdução à Crítica do Direito Coletivo;
Direito Individual do Trabalho;
Introdução Crítica ao Direito;
Literatura e Ideologia;
Lenin Coração e Mente;
Esferas da Consciência;
Política e Modernidade;
Na Contramão da Pré-História;
Utopia Possível;
O futuro por Armar;
Crise da Democracia – Direito, Democracia direta e Neoliberalismo na ordem global;
Esquerda em Processo;
Participação em obras coletivas de Direito, Política e Filosofia do Direito.

(fonte:
www.tarsogenro.com.br)

 

Renomado jurista, Pinaud é o nome escolhido para batizar o Centro Acadêmico de Direito do CESUSC, tendo presidido a aula magna da primeira turma do curso de Direito da Faculdade. É professor da Universidade Federal Fluminense e Universidade Cândido Mendes.

Trecho introdutório da entrevista concedida por Pinaud à Revista de Direito do CESUSC:

Quem sabe, integra ou acompanha a luta pela cidadania no Brasil conhece ou já ouviu falar de João Luiz Dubouc Pinaud. Sua carreira teve início como promotor público em São Paulo, depois foi juiz e professor da Faculdade de Direito de Niterói até ser cassado pela ditadura militar, em 64. Advogado, coordenador nacional de Direitos Humanos da OAB federal, sempre lutou pelo nacionalismo, a cidadania e os direitos humanos. Pinaud também foi secretário estadual de Justiça e Direitos Humanos do Rio de Janeiro e presidiu a Comissão Especial de Mortos e Desaparecidos Políticos do governo federal. Autor de várias obras (Tempo de Família; Insurreição Negra e Justiça, com outros autores; Malvados Mortos: Paty dos Alferes, 1838), é daqueles homens que, inseridos na sociedade, se importam com a dor dos outros. Ele explica que quem trabalha com direitos humanos desenvolve uma sensibilidade maior para todas as formas de violência. “Quem não está dentro desta luta perde as referências para perceber a violência, e a considera uma coisa normal; você vê aquilo e se abala profundamente, você vê o outro humilhado e fica com uma visão mais nítida da barbárie, nas mil formas em que ela se apresenta”, comenta Pinaud.

 

  

Paulista de São Vicente, nascido em 1940,foi secretário de Segurança Pública no Distrito Federal e no Rio de Janeiro. Coordenou o Plano Nacional de Segurança Pública do PT. Ajudou a fundar duas universidades e publicou mais de quarenta obras, entre livros e artigos. Dá aulas na graduação nos cursos de mestrado e doutorado da Universidade de Brasília (UnB), desde 1989, e tem carreira respeitável como advogado.


Em 1996, foi consultor jurídico do governo de Cristovam Buarque, no Distrito Federal, nos primeiros seis meses de gestão, assumindo logo depois a Secretaria de Segurança Pública, onde ficou até o fim de 1999. É co-autor do Plano Nacional de Segurança Pública do candidato Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República.


Aguiar tem 42 obras publicadas sobre Segurança e Direito, tendo participado da criação da Universidade Estadual do Pará e da Universidade Metodista de Piracicaba. Além disso contribuiu na primeira experiência brasileira de universidade popular no estado do Pará.

(fonte: Assessoria de Comunicação Universidade de Brasília)

 

O argentino Luiz Alberto Warat possui mais de 40 anos de docência e mais de 40 livros publicados. É doutor em Direito pela Universidade de Buenos Aires (Argentina) e pós-doutor pela Universidade de Brasília (UnB). Warat também é professor de mestrado e doutorado em Direito na UnB. Suas principais áreas de atuação são Mediação e Arbitragem, Relações Humanas e Humanização dos operadores do Direito.

 

É professor de Filosofia do Direito, tendo exercido seu magistério na Pontifícia Universidade Católica do Paraná ­(PUC), Universidade Federal do Paraná e Universidade Federal de Santa Catarina. Atualmente preleciona Hermenêutica Jurídica na Universidade Paranaense ­– UNIPAR – de Umuarama e Lógica Jurídica no Mestrado em Direito da Fundação Eurípides de Marília. Na Universidade Federal de Santa Catarina, onde obteve os títulos de Doutor em Ciências Humanas e Livre Docente de Filosofia do Direito, realizou as pesquisas que culminaram com sua Teoria Crítica do Direito, concepção inovadora que lançou as bases de um movimento de profunda renovação na jusfilosofia brasileira, objeto de cursos, seminários e conferências de que tem participado, no Brasil e no exterior. Foi um dos fundadores da Associação Brasileira de Filosofia do Direito e Sociologia do Direito (ABRAFI) – secção brasileira da Associação Internacional de Filosofia Social e Jurídica.

 

São seis os juízes que compõem a Primeira Turma do Egrégio Tribunal Regional do Trabalho de Santa Catarina – 12º Região: Dr. José Fernandes da Câmera Canto Rufino, Dr. José Luiz Moreira Cacciari, Dr. Victorio Ledra, Dra. Ione Ramos, Dr. Dirceu de Vasconcelos Horta e Dr. Humberto Grillo. Em dezembro de 2006, por conta da comemoração dos 25 anos de instalação do TRT/SC, esses ilustres juízes receberam o título de professores honoris causa do CESUSC.

O Estado de Santa Catarina, em matéria trabalhista, foi jurisdicionado pelo Conselho Regional do Trabalho da 4ª Região, com sede em Porto Alegre (RS) até 1976, quando foi vinculado ao Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região, com sede em Curitiba (PR). A criação de um Tribunal Regional do Trabalho em Santa Catarina só se deu em julho de 1981. Em 1989, quando o TRT - 12ª Região passou a contar com treze juízes, o aumento de sua composição fez com que fosse assinada lei federal para dividí-lo em Turmas. Os juízes que compõem a Primeira Turma do TRT/SC acompanharam a fundação e os primeiros anos de funcionamento do órgão.



 

José Francisco Pacheco nasceu em 10 de maio de 1951.
É um educador português, referência em sua área. Especialista em música e em leitura e escrita, é Mestre em Ciências da Educação pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto.

Coordena, desde 1976, a Escola da Ponte, da qual é idelizador, instituição que se notabilizou pelo projeto educativo inovador, baseado na autonomia dos estudantes. Em 2004, foi condecorado, pelo Presidente da República de Portugal, Jorge Sampaio com a Ordem da Instrução Pública – uma das maiores honrarias do País.

Autor de livros e de diversos artigos sobre Educação, definindo-se como "um louco com noções de prática".
Livros: “Quando eu for grande, quero ir à Primavera” (2000),  “Sózinhos na Escola” (2003), “Caminhos para a Inclusão” (2006), entre outros.

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